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As 10 melhores músicas de Taylor Swift nesta década

Taylor Swift

Taylor Swift (Reprodução)

A artista americana Taylor Swift, de 29 anos é um dos maiores nomes da cultura pop atualmente.

Nesta década acompanhamos a evolução da estrela, de uma garota country a uma gigante do pop, e por isso o cuboPOP resolveu homenagear a artista da década com um ranking de suas melhores músicas nesses últimos 10 anos.

Década que por si foi invejável, já que Swift ganhou 2 álbuns do ano no Grammys por seus álbuns “Fearless” e “1989”, respectivamente, e foi recentemente coroada artista da década pelo AMAs e conseguiu 5 #1s na hot 100, além de 4 álbuns com debut acima de 1 milhão de cópias apenas nos Estados Unidos.

A década Swift pode estar acabando, mas a força da artista não parece ir embora tão cedo.

Confira a nossa lista:

10. “Lover” de “Lover” (2019)

A canção indicada a “Song of the Year” no Grammy Awards é devidamente uma das músicas mais marcantes e capazes de definir o seu mais recente álbum de estúdio, de mesmo título. A música que em seu lírico traz apenas a cantora e compositora como creditada, demonstra – mais uma vez – o talento da artista em elaborar composições pessoais e românticas, um campo temático que Swift passeou durante toda a sua carreira nesse período de dez anos e que ela encontra uma maior facilidade de expressão artística. “Lover” é uma viagem de volta ao início da década, com uma familiaridade aos primeiros trabalhos da artista e traz uma sonoridade e proposta diversa das músicas anteriormente trabalhadas nos álbuns, fazendo com que ganhe um destaque merecido nessa lista.

9. “State of Grace” de “Red” (2012)

A faixa de abertura do quarto álbum de estúdio da cantora, deixa evidente a qualidade do mesmo e das suas músicas sucessoras. Swift abre o trabalho com uma música que representa todo o conteúdo da sua obra, trazendo, em sua visão, como é o amor. É a faixa que entrega todos os sentidos do álbum e como ele irá ser dividido e metaforicamente apresentado. Taylor mantém o olhar sentimental a respeito dos seus momentos, demonstrando que não perdeu a sua essência apesar de ter amadurecido como mulher, enquanto fala sobre seus sentimentos, acontecimentos e emoções em uma faixa que mescla elementos do alternativo, pop e também a sua marca inicial, o country.

8. “Delicate” de “reputation” (2017)

Simplesmente a música que mais define o sexto álbum de estúdio da artista. “Delicate” é responsável por ser a música mais íntima e pessoal do trabalho e cumpre o seu papel de forma excepcional. Aqui você vai encontrar uma Swift vulnerável, emotiva e também independente, após uma onda massiva de comentários negativos e de uma carga midiática que a acompanhou durante um período, Swift está buscando um “novo amor”, que não necessariamente precisa ser outra pessoa, mas a si mesmo, e sobre a importância que seus erros possuem em sua vida e se as pessoas estão preparadas para lidar e conviver com você apesar de tudo e principalmente, se você consegue se permitir a superá-los. A faixa segue o ritual das “5 tracks”, marcadas por serem as mais pessoais composições da artista em seus álbuns. Em 2017, a música liderou a listagem divulgada pela Rolling Stone’s das melhores músicas do corrente ano.

7. “Enchanted” de “Speak Now” (2010)

Possivelmente uma das músicas com maior afeição por parte dos fãs da artista, “Enchanted” segue a proposta trabalhada no terceiro álbum de estúdio da cantora e compositora, responsável por suceder o grandioso “Fearless”. Assim como todas as músicas presentes no álbum (“Speak Now”) a canção fora escrita inteiramente por Taylor Swift, narrando um momento em sua vida íntima onde ela estaria apaixonada por um garoto, porém, com receio de não mais vê-lo. Swift, em entrevista, disse que escreveu a música em um quarto de hotel após encontrar-se com o jovem, e que ela gostaria de transmitir na letra da canção todo o sentimento positivo e melancólico que foi aquele momento. Para aqueles que não conhecem o trabalho da artista, “Enchanted” seria uma oportunidade ou o que podemos chamar de “porta” para os demais trabalhos da mesma, pois reflete a essência ingênua e apaixonada, que está presente em praticamente todos os seus álbuns iniciais e ainda trabalhada em seus álbuns posteriores.

6. “False God” de “Lover” (2019)

Alguns vão questionar o porquê desta canção figurar entre as melhores músicas da artista nessa década, e a resposta é simples: é uma das faixas mais diversificadas em seu repertório, com uma produção carregada de elementos inéditos na discografia da cantora e compositora, “False God” mescla o blues, jazz e o neo-soul com os elementos já trabalhados anteriormente pela musicista, como o dream pop e também o synthpop. Além de ser uma das músicas mais elogiadas e bem recebidas do seu mais recente álbum, ganhando destaque por ser um “ponto fora da curva” dentro do conjunto trabalhado no mesmo. Em seu lírico, Swift assume a maturidade de expressar-se de forma sensual e honesta sobre como se sente em relação ao seu atual namorado, inspiração para boa parte do conteúdo presente no álbum.

5. “Style” de “1989” (2014)

Com inspiração clara e notória na musicalidade da década de 80. “Style” representa uma das melhores canções dentro da sua discografia pop, trazendo não apenas em sua sonoridade elementos de identificação a uma época passada, como em seu conteúdo lírico, com alusões a James Dean, representando um homem charmoso que ganha a sua atenção, focando a sua interpretação a um relacionamento que fora vivido pela artista e que fora tema de inspiração para a composição da canção. Assim como a maioria das músicas presentes no álbum, “Style” traz o elemento synthpop de forma consistente e um pouco de disco-pop, o que a torna ainda mais uma faixa cativante e inesquecível.

4. “Treacherous” de “Red” (2012)

A canção traz em seu corpo lírico uma visão mais sensual da artista, mesmo que não haja referências sobre essas situações, Swift elabora metáforas que levam-nos a crer que ela esteja retratando uma nova forma de escrever sobre um relacionamento. A faixa ganha destaque por transferir uma representação linear sobre um momento que ela considera perigoso e que possivelmente irá fazê-la mal. É o conflito interno da cantora e compositora, entre escolher o desejo e o que irá ser proveitoso ou não. Nesta faixa, Swift criou uma das suas melhores baladas e que devidamente devem estar presentes em qualquer listagem que comece com “melhores músicas de Taylor Swift”.

3. “Blank Space” de “1989” (2014)

Marcada por ser uma sátira à visão midiática de sua personalidade, “Blank Space” ganha notoriedade por ser uma das composições mais emblemáticas da carreira da artista, com ela assumindo uma caracterização que fora reproduzida por veículos midiáticos ao longo da sua carreira, com uma composição marcante e um instrumental irreconhecível, “Blank Space” é o “ápice” do 1989, passeando ainda pelo elemento do synthpop. Sendo igualmente uma das faixas de melhor recepção da artista em toda sua discografia, com destaque evidente em todas as avaliações realizadas do álbum. Com a indicada a “Song of the Year” e “Record of the Year” no Grammy Awards, abrimos as três melhores músicas da carreira de Taylor Swift com uma de suas canções de maior sucesso e aceitação crítica.

2. “Dear John” de “Speak Now” (2010)

Caso tenha ouvido o álbum e esteja buscando uma música para defini-lo, aqui está o exemplo mais explícito. “Dear John” é faixa que mais representa o conteúdo trabalhado no terceiro álbum de estúdio da musicista, trazendo em seu lírico toda a essência que é transmitida ao longo do álbum, como a vulnerabilidade e inocência da artista, que compôs inteiramente a canção, “Dear John” é uma reflexão sobre o fim de um relacionamento conturbado e como a artista lida com esse fatídico, o que é um aspecto eminente no conjunto do álbum: a temática de extremo caráter pessoal. Através desta canção, podemos enxergar toda a sua fragilidade naquele momento, o que a reforça como uma das canções de maior personalidade de Taylor Swift.

1. “All too Well” de “Red” (2012)

Possivelmente a música que melhor retrata a musicista em sua integridade artística. Com uma versão inicial de 10 minutos, Swift traz em “All too Well” a sua visão madura e honesta de um relacionamento vivido por ela. Com uma composição escrita de forma evidentemente íntima, Swift criou a canção mais definitiva de sua carreira. Com uma estruturação lírica complexa e sua instrumentalidade marcada pela melhor acepção de Swift como musicista; baladas com foco em instrumentos (violão, banjo, piano etc), temos a canção que melhor a define sua personalidade artística e seu conteúdo como uma compositora de renome na indústria fonográfica. Swift convence a todos do seu caráter artístico e do seu talento, em 5 minutos, com uma canção que não deve estar em outra posição além desta.

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